quinta-feira, 23 de abril de 2009

SAUDADES!?? NENHUMAS.

Partir uma perna não estava nos meus planos…
A minha doença óssea faz com que eu tenha pouco resistência (a nível ósseo) e com isto resulta por vezes depois de quedas ou “acidentes” que nunca estão previstos, como é obvio, em mazelas que tanto podem ser pequenas como grandes, é como tudo.
Neste caso, fez ontem 2 semanas que tive o pequeno acidente de percurso, dores fortes a mexer a perna, estive em casa ora deitada ora na cadeira de rodas, a dor aliviou, mas não o suficiente para eu conseguir voltar a fazer o que fazia, imaginei logo que não tinha uma mazela qualquer… Bem, lá fui tirar mais um Raio X e o resultado foi o obvio, uma fractura no fémur esquerdo.
Para curar mais uma tenho que continuar o meu repouso, tenho convicção que ao todo necessito de 1 mês para curar uma fractura, já passou 2 semanas e faltam mais 2. Não tenho a certeza se neste caso é o suficiente para recuperar totalmente.
Ficava contente se as dores que tenho em movimentar a perna (anca) fossem embora… O remédio é esperar para ver.
Tenho pena por estar a perder as aulas, não queria nada ficar prejudicada (nas actividades) por causa deste meu contratempo…
Mas vou tentar mesmo aqui em casa acompanhar o máximo que conseguir.

P.S.: Já não me magoava desta forma (fractura) a mais de 4 anos, claro que já não sentia saudades…

terça-feira, 14 de abril de 2009

A SEMANA DO PESADELO

Dizem que eu sou “forte”, bem disposta, alegre, sei lá…
Muitos dizem que sou um exemplo…
Eu gosto de ser positiva e lutar por aquilo que EU QUERO.
Mas está semana parece que tudo mudou na minha vida, num momento andava com alegria enorme e cheia de vontade de continuar, e de um momento para o outro vejo me ser tirado o tapete.
Sofro, sim, não só fisicamente mas sim psicologicamente por causa da condição física que dizem ser diferente do normal.
O que eu estou a passar neste momento (fisicamente), já aconteceu milhares de vezes na minha vida, mas acho que nunca me custou tanto como me esta a custar neste momento.
Acho que é pela idade que avançou e começa-se a sentir as coisas de uma outra forma, quando tinha que ficar na cama antes custava mas duma outra forma, agora como adulta custa muito ver os meus dias passar e eu aqui deitada, farta de tudo, tudo mesmo.
Será que mereço tudo o que tenho recebido, sim eu sei que recebo milhares de coisas boas mas quando vem as coisas mas, fazem perguntar-me vale a pena lutar tanto, tanto, para que de um momento para o outro tudo se torne pó.
Psicologicamente não sei explicar como de um momento para o outro me deixei ir a baixo…
Não me perguntem, não vale a pena, nem a mim mesma consigo explicar.
Estou aqui a já alguns dias deitada, já me levantei mas reparo que não estou como estava, não consigo fazer o que fazia, dá-me vontade de gritar, dá-me vontade de implorar, ó tempo volta para traz.
Já não sei se vou recuperar rápido ou devagar, não sei nada.
Por causa de “uma perna” veja a minha vida parar mais uma vez, mais uma vez não me deixam voar, ganhei as asas que tanto queria e de um momento para o outro elas voaram sem mim e deixaram-me aqui sem poder fazer nada…
Atrevo-me a pedir-te, ajuda-me, tu que em vida foste o meu pilar, o meu melhor amigo, mais que meu Pai, ajuda-me, tu que sempre tratas-te de mim da melhor forma, agora que estas no céu, que me abandonas-te tão cedo (eu sei que não era a tua vontade), cuida de mim mais uma vez, estejas onde estiveres, avô a muitos anos que não te vejo mas continuas perto de mim, dentro do meu coração.
"Se tudo fosse perfeito, as lágrimas não existiriam, as palavras sariam perfeitas..."

quinta-feira, 9 de abril de 2009

DIA BOM E BASTANTE MAU

Ontem o dia começou mais o menos bem e acabou bastante mal.
Hoje e nos próximos dias é que vou estar aqui (na cama) a sofrer as consequências.
Como não tenho andado muito bem do meu coração, fui de tarde a espinho a uma clínica de cardiologia fazer um ecocardiograma e um electrocardiograma (coração).
Bem, o “Dr.º” do ecocardiograma disse que tinha o coração bem e tinha umas boas artérias, mas detectou claro que tenho realmente o coração “alterado” (muitas batidas por minuto), mas que não é muito, muito relevante – palavras ditas pelo próprio.
Já no electrocardiograma (que mede as batidas, se são regulares ou desregulares) a “Dr.ª” disse que tenho o coração acelerado mas que não tinha as batidas cardíacas muito desreguladas.

Ao fim da tarde estava eu a chegar a casa com o meu primo Rafael e a minha mãe mandou-nos, a mim e a minha irmã comprar algo para o jantar (eu fui a conduzir, a minha irmã andou no meu carro pela primeira vez).
Encomenda-mos o entrecosto e como ela me tinha dito que queria experimentar o meu carro eu levei o carro para uma avenida pouco movimentada e lá trocamos de lugar…
Eu ainda estava a colocar o sinto quando ela põe o pé a fundo ao travão que eu fui parar em cheio ao tablier do carro (numa rapidez tal que nem deu tempo de eu me agarrar).
Consequência, bati com a minha perna esquerda no tablier e agora estou para aqui deitada na cama.
Quando me magoo desta forma já sei que tenho de estar mais de uma semana deitada na cama sem me mexer para corar o osso.
É umas dores que até vejo estrelas, não tenho vergonha de dizer que chorei (com dores e tristeza ao mesmo tempo), lágrimas que devia de “gastar” durante um ano inteiro.
Já a muito tempo que não me magoava assim desta forma que me obriga a estar deitada mais de uma semana inteira para recuperar.
Não gosto nada de estar fechada em casa sem nada de muito interessante para fazer.
Queria ir para a escola mas pelos vistos não vou conseguir, provavelmente não recupero a tempo de iniciar as aulas na próxima Terça-Feira.
:-(

quinta-feira, 2 de abril de 2009

1 DE ABRIL

Foi o último dia de aulas antes da pascoa (das férias da pascoa).
A turma foi toda a uma visita aos Bombeiros Voluntários da Aguda.
A visita foi muito interessante porque ficamos a saber como e com que condições agem os bombeiros com as situações de urgência para que são chamados diariamente.
Há vários mecanismos e viaturas para cada situação, como por exemplo, incêndios florestais, acidentes de viação, salvamentos marítimos, entre muitas outras situações em que os bombeiros intervêm.
Por estes e tantos outros motivos lhes chamam os soldados da Paz.
Quem nos fez a visita guiada a “todo” o quartel foi o bombeiro (chefe) José Granja que é nosso colega de turma.
Posso dizer que pelo pouco que conheço do Granja (como lhe chamamos) acho que é uma pessoa fantástica, dá a entender que “ama” o que faz (profissão) e também como a nossa colega Carla disse, ele dava para ser formador.
Acho que nos explicou e mostrou tudo da melhor forma.
Depois da visita (a nossa turma não tinha nada combinado) fomos jantar.
A nossa turma foi jantar mas não foi toda (posso chamar de “os resistentes”).
Da turma fomos, Eu, o Luís, Granja, Márcio, Carla e Joaquim.
Também foi a turma 5 (penso que toda) e os professores, Pedro, Rosa e Viviana.
Eu levei comigo o meu primo Rafael, como ele está de ferias da pascoa a minha mãe (que também foi a visita com a turma dela de 9º ano) convidou-o para vir conhecer os bombeiros.
A turma da minha mãe já tinha o jantar combinado, ficaram num restaurante na Aguda, perto do quartel.
A minha turma (os resistentes), fomos comer ao Candinova.
Foi muito divertida, não pensei que a noite iria se tornar tão divertida… “os resistentes” provaram a especialidade ali mesmo inventada, batata frita molhada em cerveja e também em Ice Tea (eu não provei :/ ).
Tiramos muitas fotografias que demonstram toda a diversão que tivemos.
O Márcio ficou encantado com a “televisão” ligada no “National Geographic” (os peixinhos a acasalar), a Carla com o seu nariz vermelho e com as batatas na boca (fotografia em breve), eu sempre muito caladinha (será!!?), o Joaquim com o seu novo hobbie (andar com a carteira preta de senhora ao ombro, lol ;-) ) e o Luis bem tentou pegar na Karina, mas ainda não foi desta… :)
O Granja teve que nos deixar a meio da “festa” porque o dever o chamou…
No final, pois a Karina teve que dar mais uma vez o ar da sua “grande” graça ;( …
Pôs-se ao volante do seu “automóbil” com voltinhas de “360” graus no meio da rua, e o mais importante é que “ela” teve plateia que gostaram :( do mini espectáculo…
Eu também me ri (de mim própria).
CONCLUSÃOVenham mais divertimentos destes